Search results for casal fazendo amor
Related searches : casal fazendo amor video videos de casal fazendo amor casal fazendo amor videos video de casal fazendo amor filmes de casal fazendo amor
12817,
01:58,
2008-04-14 10:56:03 Description: Sexo com Amor?
SINOPSE
Sexo com Amor é um filme sobre sexo, amor, e o que mais os acompanha: desejo, medo, fantasias, traições, ciúmes, paixão... e o que (More) Sexo com Amor?
SINOPSE
Sexo com Amor é um filme sobre sexo, amor, e o que mais os acompanha: desejo, medo, fantasias, traições, ciúmes, paixão... e o que fazemos quando precisamos lidar com isso tudo.
Três casais, sem nada em comum. Jorge e Mônica são de classe alta, sofisticados, Jorge um renomado escritor que fala justamente de amor e sexo. Mônica não sabe que Jorge está tendo um caso com Luísa, professora de seu filho. Para complicar, Luísa se apaixonou por Jorge, e quer mais da relação -- ainda mais quando suspeita estar grávida.
Pedro e Mara, casal simples e suburbano, sofrem um grave problema de auto-estima. Mara sente-se velha e acabada, e por isso perdeu o apetite sexual. E Pedro interpreta esse desinteresse de Mara como rejeição a ele, o que o leva a se sentir emasculado. Tudo irá mudar com a chegada da sobrinha de Mara, uma adolescente fogosa e desinibida.
Rafael e Paula, jovem casal de classe media, parecem estar bem -- pelo menos aos olhos de Rafael. Já têm uma filha, e Paula está grávida de nove meses. Rafael é um pai dedicado, marido amoroso, seria o homem perfeito -- se não fosse incapaz de resistir a qualquer rabo de saia. Só que tem o gosto do próprio remédio uma noite em que chega mais cedo em casa e descobre que Paula saiu -- e com um amigo! É o suficiente para Rafael pirar com a possibilidade de traição...
É quando os filhos dos três casais são flagrados na escola folheando um livro de arte erótica. Os pais são chamados, em pânico, para discutir o que elas estavam fazendo: seria certo, errado ou apenas prematuro? E então a bolsa de Paula estoura...
Sexo se tornou algo muito mais complicado do que três crianças folheando um livro na escola... (Less)
Channel: youtube Rate it: Rate:
853,
00:56,
2008-10-04 08:35:10 Description: O casal de 2008 fazendo amor na rua rsrsrss
Channel: youtube Rate it: Rate:
393,
00:50,
2008-01-29 10:35:18 Description: Casal sem vergonha cruzando na frente de todos no zoológico do parque da Cidade de Aracaju...rs
Channel: youtubeTags: reptile
Rate it: Rate:
847,
02:10,
2009-05-17 07:49:34 Description: MANOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO'' MUITO RAXANDE ESSE VIDEOO IMPRESIONATE'' OO MKN FAZENDO DE APAIXONADO'' KKKKKKKKKKKKKKKKK. DIIGUH JEEH DOUGUII TIIH MAYKINHOH
Channel: youtube Rate it: Rate:
57,
09:43,
2009-09-17 04:46:45 Description: Quarta-feira, 16/09/2009 Cheiro de amor Helena prefere ficar no hospital com a irmã e libera Ellen para ir para casa. Os amigos de Marcos e Tereza conversam sobre o casal, fazendo (More) Quarta-feira, 16/09/2009 Cheiro de amor Helena prefere ficar no hospital com a irmã e libera Ellen para ir para casa. Os amigos de Marcos e Tereza conversam sobre o casal, fazendo comentários sobre o divórcio e as complicações que Marcos tem com a Receita Federal. Ingrid sugere a Jorge que convença Marcos a doar seus bens para Luciana. Helena comenta com Osmar que pensa em parar de desfilar. Helena diz a Ricardo que levará a irmã para Búzios. Luciana conta entusiasmada para Jorge que vai ... (Less)
Channel: youtubeTags: novela viver vida autor manuel carlos helena marcos tereza luciana bruno betina dora miguel jorge renata personagens capitulo 16-09-2009 16-09 rede globo trilha sonora
Rate it: Rate:
53,
07:34,
2009-09-17 16:16:19 Description: Quarta-feira, 16/09/2009 Cheiro de amor Helena prefere ficar no hospital com a irmã e libera Ellen para ir para casa. Os amigos de Marcos e Tereza conversam sobre o casal, fazendo (More) Quarta-feira, 16/09/2009 Cheiro de amor Helena prefere ficar no hospital com a irmã e libera Ellen para ir para casa. Os amigos de Marcos e Tereza conversam sobre o casal, fazendo comentários sobre o divórcio e as complicações que Marcos tem com a Receita Federal. Ingrid sugere a Jorge que convença Marcos a doar seus bens para Luciana. Helena comenta com Osmar que pensa em parar de desfilar. Helena diz a Ricardo que levará a irmã para Búzios. Luciana conta entusiasmada para Jorge que vai ... (Less)
Channel: youtube Rate it: Rate:
219,
00:42,
2009-02-05 01:47:44 Description: Como sempre nossas brincadeiras são bem diferentes das brincadeiras dos demais casais!!!(Eu sempre fazendo a Mah de Boneca kkk)
Channel: youtube Rate it: Rate:
68,
03:57,
2009-09-17 05:58:17 Description: Quarta-feira, 16/09/2009 Cheiro de amor Helena prefere ficar no hospital com a irmã e libera Ellen para ir para casa. Os amigos de Marcos e Tereza conversam sobre o casal, fazendo (More) Quarta-feira, 16/09/2009 Cheiro de amor Helena prefere ficar no hospital com a irmã e libera Ellen para ir para casa. Os amigos de Marcos e Tereza conversam sobre o casal, fazendo comentários sobre o divórcio e as complicações que Marcos tem com a Receita Federal. Ingrid sugere a Jorge que convença Marcos a doar seus bens para Luciana. Helena comenta com Osmar que pensa em parar de desfilar. Helena diz a Ricardo que levará a irmã para Búzios. Luciana conta entusiasmada para Jorge que vai ... (Less)
Channel: youtubeTags: novela viver vida autor manuel carlos helena marcos tereza luciana bruno betina dora miguel jorge renata personagens capitulo 16-09-2009 16-09 rede globo trilha sonora
Rate it: Rate:
97,
01:02,
2008-04-01 14:10:08 Description: Mais um trecho do DF TV de 1993, apresentado por Mônica Veloso. Neste pequeno vídeo, Mônica anuncia uma reportagem sobre o romance de um casal de chimpanzés, fazendo uma (More) Mais um trecho do DF TV de 1993, apresentado por Mônica Veloso. Neste pequeno vídeo, Mônica anuncia uma reportagem sobre o romance de um casal de chimpanzés, fazendo uma preleção sobre o amor: "nada m (Less)
Channel: dailymotion Rate it: Rate:
388,
04:45,
2008-05-03 12:24:32 Description: Tô num confronto, não me encontro, me sinto perdido, fudido, a vida é uma batalha, mas ainda não me dei por vencido.
Passado passa, repassa, quanto mais eu jogo mais (More) Tô num confronto, não me encontro, me sinto perdido, fudido, a vida é uma batalha, mas ainda não me dei por vencido.
Passado passa, repassa, quanto mais eu jogo mais pareço à caça,minha calça vem abaixo do joelho, esqueci, disfarça.
A princesa e plebeu, a bela e fera, se algo impede,mas ela tá comigo e eu tô com ela.
Após anos de espera: Achou? Achei, você não é trouxa, tá ligado no que eu falando: Eu sei.
Meu coração tem que bater, porque, um único amor, um único sentimento você e eu, eu e você.
Esperava que pra ti um dia faria uma poesia, amor não chore, sorria. Tu és minha paz, tu és minha alegria.
Será que tenho amigo nesse momento, e se tenho inimigo quem vai dizer é o tempo.
Se existe alguém, quem? Preconceito, tem ou não tem? Meu sentimento vai alem, pra ela ou pra ninguém, me diz pra quem?
Então me diz pra quem eu vou deixar? Me diz pra quem? Eu deixo essa canção?
Talvez deixasse se não fosse libidinosa, me encontrasse em seus lençóis de uma noite gostosa.
Vem cheirosa, enche de mel meus ouvidos, envaidecido não me encontro em seus perdidos.
Vem e faz o que bem quer de mim, gato e sapato, é fato me quer da cintura pra baixo.
E na cama, diz que me ama igual a todas, faz drama,com palavras doces e tolas
Como num passe de mágica, um flash, você e eu, lembro até hoje como foi e como aconteceu.
Nosso amor cresceu,cresceu gerou um fruto, celebrando tudo a paixão sentimento puro.
A Noite inteira eu e você, ao som de meu bem querer, do que importam elas se eu quero você?
Te quero e assim vai ser de todo o coração, tá bem, já sei, pra quem eu deixo essa canção.
Então me diz pra quem eu vou deixar? Me diz pra quem? Eu deixo essa canção?
Ai mina? Eu faço o que você quiser, rimando aqui ou não, o que você quiser.
Não sei se estou louco ou partindo para outra ilusão, só sei que você é minha e eu sou seu. Alem do coração.
Seu perfume devasta pelo ar junto com a sua sedução, a fantasia do nosso romance me transporta para outra dimensão.
Atração, fascinação como orquídea em bola de cristal, os antigos amores viajam como um esquecido vendaval.
A sua beleza se transforma em um encanto que me hipnotiza, fazendo com que as palavras deságuam em águas cristalinas.
O meu calor transborda com a sua sensualidade, a sua suavidade penetra em meu lençol como molha a tempestade.
Esculpindo seu corpo de ponta a ponta, descobrindo seu signo, pulando de cabeça no destino, por que pra mim o amor já é místico.
A magia da serenata em aroma delírio, despertando meu desejo com um feitiço, dorme comigo, beija minha boca.
Então me diz pra quem eu vou deixar? Me diz pra quem? Eu deixo essa canção?
Eu deixaria, se eu fosse o que eu era e ficasse com ela e já era.
Mais nada é por acaso, é tudo por causa da coisa que causa, pausa, pausa, para.
Aquele casal que hoje casa, que tem casa, que na cama arrasa, que um dia já foi ficante por causa.
De coisas causadas pelo momento, o sentimento é complicado como tempo, eu por exemplo:
Não quero, não espero, não, o sentimento se defende após decepção.
Eu falo do meu amor como num todo em perfeitas traduções, a mulher, o homem, o desejo obcecado por novas sensações.
Ilusões, paixões indefinidas, traição, dor, junção, entre dois, só um ser que ama,o sentimento que se perde a razão.
Mais uma canção, hoje em dia, que mulher não queria, mas não encontrei ninguém que se encaixasse no perfil pra melodia, quem sabe um dia.
Então me diz pra quem eu vou deixar? Me diz pra quem? Eu deixo essa canção? (Less)
Channel: youtubeTags: pentagono
Rate it: Rate:
129,
05:07,
2007-06-18 19:59:10 Description: "Decalque" é decorrência de um processo de pesquisa iniciado pelo Ballet de Londrina em 2006, com o espetáculo "Fale Baixo", cuja proposta principal é (More) "Decalque" é decorrência de um processo de pesquisa iniciado pelo Ballet de Londrina em 2006, com o espetáculo "Fale Baixo", cuja proposta principal é trabalhar novos e diferentes eixos de equilíbrio e apoios para locomoção. Na exploração desse processo, foi na música "Romeu e Julieta", de Prokofiev, que se identificou a energia do movimento investigado no atual momento. Desta forma, a opção por montar este clássico de Shakespeare não partiu da idéia de contar a tão conhecida história dos dois amantes de Verona, mas usá-la como substrato para a construção da dança. O motivo principal da criação não foi o tema, mas o movimento.
O processo foi um desafio para o elenco que, tendo corpos solidamente formados na vertical, através de anos de estudo de ballet clássico, teve que construir novos apoios e eixos, fazendo de suas limitações fonte de descoberta de movimentos singulares e até dotados de algum ineditismo. O espetáculo apresenta um roteiro de movimentos que conduz os personagens/bailarinos a transitarem em um plano onde o físico é exigido ao extremo, criando assim o ambiente da obra.
Sobre o drama de Shakespeare, a intenção é apenas fazer aparecer ou surgir lembranças que quase todos têm da história. Daí usar o título "Decalque", sem a preocupação com o sentido, muitas vezes, negativo que a palavra pode carregar. Definida pelos dicionários como: ato de copiar; imitação, plágio, a palavra também é apresentada como qualquer imagem que lembre aquela obtida pelo decalque, ou ainda, como fazer aparecer ou surgir, como que reproduzido por decalcomania (processo de transportar desenhos de um papel para outro papel).
Em "Decalque", mais que a narrativa, o que se explora, são os aspectos universais vividos pelos personagens como a questão do destino, da solidão, da paixão, da proibição, da morte. O público, por vezes, encontrará referências claras ao enredo, mas isso logo é esquecido, ficando aquilo que foi o motivo da criação: o movimento. Não há só um Romeu ou uma Julieta. Os bailarinos se revezam nestes papéis nas mais diversas combinações e fragmentos de cena se reproduzem, como que por decalque, com diferentes bailarinos, em diferentes momentos. Os demais personagens não estão presentes na sua totalidade, havendo apenas algumas aparições, mas sem um compromisso de identificá-los para o público. A idéia é provocar impressões de personagens e situações dramáticas, mais que apresentar personagens ou desenvolver situações literais.
A obra "Romeu e Julieta" já foi explorada por Leonardo Ramos, em dois trabalhos anteriores do Ballet de Londrina: o dueto "...&...", em 1996, apenas para a música do balcão de Prokofiev, e " 2 e nada mais", em 1998, para a música "West Side Story" de Bernstein. No entanto, é em Decalque -- cuja música e tema, a princípio, serviriam de simples substrato - que a força e dramaticidade da trilha, da história e da coreografia se apresentam com maior impacto, nitidez e emoção. Resultado tanto do trabalho de pesquisa de movimento, quanto do amadurecimento do elenco e do coreógrafo.
Ficha técnica:
Criação e direção: Leonardo Ramos
Contatos: 43 3342 2362 ou 9929 3888 (Leonardo)
Favor solicitar fotose/ou images, caso necessário.
Sobre a música:
A música Romeu e Julieta do compositor russo Sergei Prokofiev , foi composta em 1936, estreou em 30 dezembro de 1938 com o Ballet do Teatro Nacional de Brno, na República Checa. Mas a estréia considerada para seu currículo foi em 1940, pelo Kirov.
O Teatro Kirov de Leningrado queria apresentar um novo ballet de Prokofiev, mas quando, em 34, o autor propôs "Romeu e Julieta" como tema para novo ballet, as autoridades do teatro rejeitaram. Como o próprio Prokofieve explicou depois, o problema estava no final da história, porque, para as autoridades do Kirov " pessoas vivas podem dançar, as mortas não". Então, o compositor assinou um contrato com o Teatro Bolshoi, de Moscou, e completou o trabalho em 1935, quando, foi novamente frustrado porque os diretores do Bolshoi consideraram a música "indançável". Extensivamente revisado, o ballet finalmente estreou em 30 de dezembro de 1938 com o Ballet do Teatro Nacional de Brno, na República Checa, onde obteve uma recepção entusiástica. Somente após este sucesso que o Kirov e Bolshoi montaram o espetáculo em 1940 em 1946 respectivamente.
Romeu e Julieta de Prokofiev é ainda considerado um de seus melhores trabalhos. Mas, por que o compositor russo decidiu criar -- seguindo os passos do poema sinfônico de Tchaikovsky, da opera de Daniel Steibelt e a trilha para ballet de Constant Lambert -- mais uma obra a partir da popular tragédia de Shakespeare? Como o próprio Prokofiev revela em sua autobiografia, o compositor vinha estando mais e mais atento aos aspectos líricos de sua música e uma trilha baseada no drama Romeu e Julieta permitiria a ela explorar completamente esse elemento lírico. De fato, Prokofiev compôs temas para expressar emoções, para significar a aparição de personagens particulares no palco. Esses temas seriam recorrentes através de toda a trilha, e essa característica unificante da música contribuiu em parte para seu eventual sucesso.
Primeira crítica:
http://www.filo.art.br/2007/noticia_view.php?Id=195
O caso de amor entre o Ballet de Londrina e a música Romeu e Julieta, de Sergey Prokofiev, tem final feliz. A companhia, que apresentou ontem à noite sua nova coreografia no FILO 2007, apresenta uma concepção de dança sensível e inteligente.
"Decalque" é uma alusão àquelas figurinhas que são coladas na pele para reproduzir desenhos. Mas no palco, a brincadeira ganha sofisticada interpretação com bailarinos reproduzindo movimentos de um para o outro, em alguns momentos do espetáculo. A idéia transforma o balé numa peça lúdica.
Privilegiando a horizontalidade do corpo para explorar pontos de apoio e eixos de equilíbrio, os bailarinos dançam na maior parte do tempo ao nível do solo, trabalhando bastante os braços e o abdômen, numa proposta diferente da dança clássica centrada no trabalho de pés e pernas.
De certa forma, "Decalque" é um desafio coreográfico que provoca algum estranhamento pela inversão da "lógica" corporal da dança.
Nos primeiros minutos, dois bailarinos introduzem a platéia ao encantamento de uma brincadeira, porque o chão também nos remete à liberdade da infância. A partir daí a evolução é para movimentos complexos que confirmam a proposta que a companhia vem desenvolvendo desde 2006, quando montou o balé Fale Baixo, também centrado na busca de novos eixos de equilíbrio que exigem grande apuro técnico.
Mas o que se sobressai em "Decalque" é a extrema plasticidade que resulta desta busca do novo. Há beleza nos movimentos, com pares interpretando o amor de Romeu e Julieta em momentos que misturam situações e gêneros. Todos são Romeus, todos são Julietas. O "decalque" cola, descola, se multiplica. Do pass-de-deux aos momentos que reúnem toda a companhia no palco, o que impressiona é a harmonia plástica que não "desgruda" do espetáculo em nenhum momento. Dos movimentos individuais e sutis à agilidade das explosões coreográficas em grupo, o Ballet de Londrina exibe a maturidade de uma companhia que conduz com coerência uma proposta estética.
"Decalque" é também um balé apaixonado, repleto de movimentos eróticos, beijos, seduções e perdas, como acontece em todos os casos de amor. A iluminação remete ao ambiente noturno, com focos "lunares" às vezes centrados sobre os corpos de bailarinos deitados, executando movimentos como amantes lânguidos, sonhadores, insones.
Mistura de lirismo e drama, "Decalque" tem a poética da dança aliada a beleza de uma cenografia delicada como a eterna história de amor criada por Shakespeare.
Fonte: Texto: Célia Musilli / Assessoria de Imprensa FILO
Segunda Crítica:
http://www.estado.com.br/editorias/2007/07/03/cad-1.93.2.20070703.29.1.xml
Decalque de qualidade e equilíbrio
Nova produção ddo Ballet de Londrina, coreografada por Leonardo Ramos, soma um elenco coeso à técnica afiada
Helena Katz
Pena que Decalque, a nova produção do Ballet de Londrina coreografada por Leonardo Ramos, fundador e diretor da companhia, tenha passado tão discretamente por São Paulo. O elenco é coeso, bem ensaiado, tecnicamente afiado e, de repente, percebe-se que se tem um Romeu e Julieta pela frente.
Ouve-se a partitura de Prokofiev (1936), para confirmar o ambiente romeu-e-julieta, mas não será possível identificar, de imediato, o que diferencia essa produção das demais da mesma companhia. A inquietação se instala assim que a primeira cena começa, mas a obra precisará caminhar um pouco mais, e a curiosidade também, para que se descubra que, dessa vez, é o movimento que ocupa o foco central, e não o enredo de Shakespeare. Ele apenas se insinua, aqui e ali, em uma relação muito autoral com a música e com a conhecida história do casal.
Vale lembrar que Leonardo Ramos trabalhou duas outras vezes com a peça shakespeariana, a saber, em 1996, quando criou ...&..., que usava o trecho da partitura para a cena do balcão, e em 2 e Nada mais (1998), com a composição de Leonard Bernstein para West Side Story. Decalque não caminha pela mesma vertente, e seu êxito está justamente no tipo de movimentação que apresenta, fazendo do vocabulário a grande estrela dessa criação. Em cerca de uma hora de dança de qualidade, tem-se uma bem realizada exploração de eixos de equilíbrio e de possibilidades de locomoção, que colocam o elenco, quase o tempo todo, no chão, andando de joelhos, nos cotovelos, usando costas e quadris. O que mais importa, dessa vez, é esse material que surgiu. Como a companhia se construiu no treinamento com balé clássico e dançando coreografias de balé moderno, a dominância vinha sendo a dos corpos na verticalidade - aqui abandonada.
Embora tenha se apresentado no malcheiroso Teatro da Dança (ex-Teatro Itália), cujo palco não é o mais indicado para trabalhos dessa natureza, por conta da sua relação de proximidade com a platéia, a coreografia resistiu até mesmo a esses percalços - o que não é pouco, convenhamos.
Alessandra Menegazzo, Alexandro Micale, Bruna Martins, Carina Corte, Cláudio de Souza, José Maria, Juliana Rodrigues, Luciana Lupi, Marciano Boletti e Viviane Terrenta configuram um exemplo claro dos bons frutos que um projeto alcança quando tem a oportunidade de se desenvolver em continuidade, ao longo do tempo.
O Ballet de Londrina nasceu em dezembro de 1993, fruto de um convênio entre a Prefeitura e a Funcart - Fundação Cultural Artística de Londrina. Com grande vitalidade, vem construindo uma trajetória pautada em torno das criações de Leonardo Ramos. Se agora, com Decalque, a companhia parece imersa em um ambiente de Mats Ek, a referência é bem-vinda, pois agregou mais complexidade aos modos de compor dança de seu coreógrafo-residente. Afinal, Mats Ek faz parte, ao lado de Jiry Kylian e William Forsythe, do seleto grupo de gênios que mudou a cara do balé no século 20.
Todavia, Decalque não é uma releitura stricto sensu do clássico Romeu e Julieta, como aquelas que consagraram Mats Ek, e nisso reside mais um de seus méritos. O nome da obra funciona como um bom indicador de que seu interesse está no decalcar (no sentido de transferir). O modo original como se dá a transferência é que importa aqui, pois é do movimento que surgem as ignições que nos fazem lembrar da história. E há ainda o transferir da movimentação de um corpo para o outro. Romeu e Julieta se decalcam em vários corpos, multiplicando-se em cena, e vão criando acontecimentos que funcionam como ignições que nos fazem lembrar do Romeu e Julieta que conhecemos.
Depois de uma ausência de oito anos, a companhia parece estar conseguido, felizmente, estabelecer uma periodicidade anual em São Paulo. Na temporada de 2006, apresentou aqui Prazeres e Fale Baixo, ambas assinadas por Leonardo Ramos e, em junho voltou com Decalque, apresentado também em Piracicaba, na semana passada, no Teatro Dr. Losso Neto.
Teceira crítica:
06/2007
Força Delicada
Marcela Benvegnu - crírtica Jornal de Piracicaba (29/06/07)
Depois de "Fale Baixo" (2006), que explora novas formas de locomoção na dança, foi a vez do Ballet de Londrina estrear "Decalque", de Leonardo Ramos, que se apresentou em Piracicaba, no Teatro Municipal "Dr. Losso Netto", na última quarta-feira e revelou uma proposta mais madura do que a anterior. Em cena, braços e pernas têm igual valor e não é preciso ler "Romeu e Julieta", de Shakespeare, ou mesmo assistir ao balé de repertório homônimo para entender sua história de amor e perda, construída sob a música de Prokofiev.
"Decalque" provoca um certo estranhamento — muitos dizem que essa é a real função da arte — a começar pela forma em que os bailarinos entram em cena, com mãos e pés colados ao linóleo. Tudo é fora do convencional, assim como a proposta que trabalha novos e diferentes eixos de equilíbrio e apoios para locomoção. A dança na horizontal parece impossível em corpos acostumados à verticalidade do clássico, mas o Ballet de Londrina prova no palco como isso parece simples.
Os movimentos são acrobáticos, porém, sua força passa longe da acrobacia. A cada movimento inusitado o que se vê em cena é a delicadeza da tensão, se assim se pode chamar sua movimentação. "Decalque" é um diálogo entre chão, movimento e música. Um trabalho que evoca antagonismos pertinentes, nos quais a dança aos poucos se transforma em poema. Sim, porque o corpo — como o texto — também escreve suas palavras para serem lidas na horizontal.
Além dos movimentos — que decalcam a platéia à poltrona do teatro — se percebe uma relação direta entre intérprete e figurino; os vestidos, inteiriças, panos e até meias se transformam em apoio para que eles deslizem no solo, um decalque que vai além do toque. O cenário, assinado por Maria Laura Radicce e Douglas Cruz, uma espécie de vitral coberto por uma cortina que se abre e fecha, permite a relação entre muitos romeus e julietas, iluminados em tons de azul e vermelho.
O que também chama atenção em cena é a cabeça raspada dos bailarinos — só uma intérprete que não o fez (até na dança existem excessões) —, que em alguns momentos dançam de saias e ali não se sabe quem é romeu ou julieta. São espelhos. O trabalho com duração de uma hora termina com a lógica inversa: os bailarinos entram em cena caminhando sobre as mãos, com os pés no ar, e provam que quando se trata de corpo e dança, todos os diálogos são possíveis. De fato, fazem dança contemporânea de qualidade, diferente do muito que se vê por aí. (Less)
Channel: youtubeTags: Dança
Rate it: Rate:
119,
03:14,
2007-06-17 11:14:43 Description: "Decalque" é decorrência de um processo de pesquisa iniciado pelo Ballet de Londrina em 2006, com o espetáculo "Fale Baixo", cuja proposta principal é (More) "Decalque" é decorrência de um processo de pesquisa iniciado pelo Ballet de Londrina em 2006, com o espetáculo "Fale Baixo", cuja proposta principal é trabalhar novos e diferentes eixos de equilíbrio e apoios para locomoção. Na exploração desse processo, foi na música "Romeu e Julieta", de Prokofiev, que se identificou a energia do movimento investigado no atual momento. Desta forma, a opção por montar este clássico de Shakespeare não partiu da idéia de contar a tão conhecida história dos dois amantes de Verona, mas usá-la como substrato para a construção da dança. O motivo principal da criação não foi o tema, mas o movimento.
O processo foi um desafio para o elenco que, tendo corpos solidamente formados na vertical, através de anos de estudo de ballet clássico, teve que construir novos apoios e eixos, fazendo de suas limitações fonte de descoberta de movimentos singulares e até dotados de algum ineditismo. O espetáculo apresenta um roteiro de movimentos que conduz os personagens/bailarinos a transitarem em um plano onde o físico é exigido ao extremo, criando assim o ambiente da obra.
Sobre o drama de Shakespeare, a intenção é apenas fazer aparecer ou surgir lembranças que quase todos têm da história. Daí usar o título "Decalque", sem a preocupação com o sentido, muitas vezes, negativo que a palavra pode carregar. Definida pelos dicionários como: ato de copiar; imitação, plágio, a palavra também é apresentada como qualquer imagem que lembre aquela obtida pelo decalque, ou ainda, como fazer aparecer ou surgir, como que reproduzido por decalcomania (processo de transportar desenhos de um papel para outro papel).
Em "Decalque", mais que a narrativa, o que se explora, são os aspectos universais vividos pelos personagens como a questão do destino, da solidão, da paixão, da proibição, da morte. O público, por vezes, encontrará referências claras ao enredo, mas isso logo é esquecido, ficando aquilo que foi o motivo da criação: o movimento. Não há só um Romeu ou uma Julieta. Os bailarinos se revezam nestes papéis nas mais diversas combinações e fragmentos de cena se reproduzem, como que por decalque, com diferentes bailarinos, em diferentes momentos. Os demais personagens não estão presentes na sua totalidade, havendo apenas algumas aparições, mas sem um compromisso de identificá-los para o público. A idéia é provocar impressões de personagens e situações dramáticas, mais que apresentar personagens ou desenvolver situações literais.
A obra "Romeu e Julieta" já foi explorada por Leonardo Ramos, em dois trabalhos anteriores do Ballet de Londrina: o dueto "...&...", em 1996, apenas para a música do balcão de Prokofiev, e " 2 e nada mais", em 1998, para a música "West Side Story" de Bernstein. No entanto, é em Decalque -- cuja música e tema, a princípio, serviriam de simples substrato - que a força e dramaticidade da trilha, da história e da coreografia se apresentam com maior impacto, nitidez e emoção. Resultado tanto do trabalho de pesquisa de movimento, quanto do amadurecimento do elenco e do coreógrafo.
Ficha técnica:
Criação e direção: Leonardo Ramos
Contatos: 43 3342 2362 ou 9929 3888 (Leonardo)
Favor solicitar fotose/ou images, caso necessário.
Sobre a música:
A música Romeu e Julieta do compositor russo Sergei Prokofiev , foi composta em 1936, estreou em 30 dezembro de 1938 com o Ballet do Teatro Nacional de Brno, na República Checa. Mas a estréia considerada para seu currículo foi em 1940, pelo Kirov.
O Teatro Kirov de Leningrado queria apresentar um novo ballet de Prokofiev, mas quando, em 34, o autor propôs "Romeu e Julieta" como tema para novo ballet, as autoridades do teatro rejeitaram. Como o próprio Prokofieve explicou depois, o problema estava no final da história, porque, para as autoridades do Kirov " pessoas vivas podem dançar, as mortas não". Então, o compositor assinou um contrato com o Teatro Bolshoi, de Moscou, e completou o trabalho em 1935, quando, foi novamente frustrado porque os diretores do Bolshoi consideraram a música "indançável". Extensivamente revisado, o ballet finalmente estreou em 30 de dezembro de 1938 com o Ballet do Teatro Nacional de Brno, na República Checa, onde obteve uma recepção entusiástica. Somente após este sucesso que o Kirov e Bolshoi montaram o espetáculo em 1940 em 1946 respectivamente.
Romeu e Julieta de Prokofiev é ainda considerado um de seus melhores trabalhos. Mas, por que o compositor russo decidiu criar -- seguindo os passos do poema sinfônico de Tchaikovsky, da opera de Daniel Steibelt e a trilha para ballet de Constant Lambert -- mais uma obra a partir da popular tragédia de Shakespeare? Como o próprio Prokofiev revela em sua autobiografia, o compositor vinha estando mais e mais atento aos aspectos líricos de sua música e uma trilha baseada no drama Romeu e Julieta permitiria a ela explorar completamente esse elemento lírico. De fato, Prokofiev compôs temas para expressar emoções, para significar a aparição de personagens particulares no palco. Esses temas seriam recorrentes através de toda a trilha, e essa característica unificante da música contribuiu em parte para seu eventual sucesso.
Primeira crítica:
http://www.filo.art.br/2007/noticia_v...
O caso de amor entre o Ballet de Londrina e a música Romeu e Julieta, de Sergey Prokofiev, tem final feliz. A companhia, que apresentou ontem à noite sua nova coreografia no FILO 2007, apresenta uma concepção de dança sensível e inteligente.
"Decalque" é uma alusão àquelas figurinhas que são coladas na pele para reproduzir desenhos. Mas no palco, a brincadeira ganha sofisticada interpretação com bailarinos reproduzindo movimentos de um para o outro, em alguns momentos do espetáculo. A idéia transforma o balé numa peça lúdica.
Privilegiando a horizontalidade do corpo para explorar pontos de apoio e eixos de equilíbrio, os bailarinos dançam na maior parte do tempo ao nível do solo, trabalhando bastante os braços e o abdômen, numa proposta diferente da dança clássica centrada no trabalho de pés e pernas.
De certa forma, "Decalque" é um desafio coreográfico que provoca algum estranhamento pela inversão da "lógica" corporal da dança.
Nos primeiros minutos, dois bailarinos introduzem a platéia ao encantamento de uma brincadeira, porque o chão também nos remete à liberdade da infância. A partir daí a evolução é para movimentos complexos que confirmam a proposta que a companhia vem desenvolvendo desde 2006, quando montou o balé Fale Baixo, também centrado na busca de novos eixos de equilíbrio que exigem grande apuro técnico.
Mas o que se sobressai em "Decalque" é a extrema plasticidade que resulta desta busca do novo. Há beleza nos movimentos, com pares interpretando o amor de Romeu e Julieta em momentos que misturam situações e gêneros. Todos são Romeus, todos são Julietas. O "decalque" cola, descola, se multiplica. Do pass-de-deux aos momentos que reúnem toda a companhia no palco, o que impressiona é a harmonia plástica que não "desgruda" do espetáculo em nenhum momento. Dos movimentos individuais e sutis à agilidade das explosões coreográficas em grupo, o Ballet de Londrina exibe a maturidade de uma companhia que conduz com coerência uma proposta estética.
"Decalque" é também um balé apaixonado, repleto de movimentos eróticos, beijos, seduções e perdas, como acontece em todos os casos de amor. A iluminação remete ao ambiente noturno, com focos "lunares" às vezes centrados sobre os corpos de bailarinos deitados, executando movimentos como amantes lânguidos, sonhadores, insones.
Mistura de lirismo e drama, "Decalque" tem a poética da dança aliada a beleza de uma cenografia delicada como a eterna história de amor criada por Shakespeare.
Fonte: Texto: Célia Musilli / Assessoria de Imprensa FILO
Segunda Crítica:
http://www.estado.com.br/editorias/20...
Decalque de qualidade e equilíbrio
Nova produção ddo Ballet de Londrina, coreografada por Leonardo Ramos, soma um elenco coeso à técnica afiada
Helena Katz
Pena que Decalque, a nova produção do Ballet de Londrina coreografada por Leonardo Ramos, fundador e diretor da companhia, tenha passado tão discretamente por São Paulo. O elenco é coeso, bem ensaiado, tecnicamente afiado e, de repente, percebe-se que se tem um Romeu e Julieta pela frente.
Ouve-se a partitura de Prokofiev (1936), para confirmar o ambiente romeu-e-julieta, mas não será possível identificar, de imediato, o que diferencia essa produção das demais da mesma companhia. A inquietação se instala assim que a primeira cena começa, mas a obra precisará caminhar um pouco mais, e a curiosidade também, para que se descubra que, dessa vez, é o movimento que ocupa o foco central, e não o enredo de Shakespeare. Ele apenas se insinua, aqui e ali, em uma relação muito autoral com a música e com a conhecida história do casal.
Vale lembrar que Leonardo Ramos trabalhou duas outras vezes com a peça shakespeariana, a saber, em 1996, quando criou ...&..., que usava o trecho da partitura para a cena do balcão, e em 2 e Nada mais (1998), com a composição de Leonard Bernstein para West Side Story. Decalque não caminha pela mesma vertente, e seu êxito está justamente no tipo de movimentação que apresenta, fazendo do vocabulário a grande estrela dessa criação. Em cerca de uma hora de dança de qualidade, tem-se uma bem realizada exploração de eixos de equilíbrio e de possibilidades de locomoção, que colocam o elenco, quase o tempo todo, no chão, andando de joelhos, nos cotovelos, usando costas e quadris. O que mais importa, dessa vez, é esse material que surgiu. Como a companhia se construiu no treinamento com balé clássico e dançando coreografias de balé moderno, a dominância vinha sendo a dos corpos na verticalidade - aqui abandonada.
Embora tenha se apresentado no malcheiroso Teatro da Dança (ex-Teatro Itália), cujo palco não é o mais indicado para trabalhos dessa natureza, por conta da sua relação de proximidade com a platéia, a coreografia resistiu até mesmo a esses percalços - o que não é pouco, convenhamos.
Alessandra Menegazzo, Alexandro Micale, Bruna Martins, Carina Corte, Cláudio de Souza, José Maria, Juliana Rodrigues, Luciana Lupi, Marciano Boletti e Viviane Terrenta configuram um exemplo claro dos bons frutos que um projeto alcança quando tem a oportunidade de se desenvolver em continuidade, ao longo do tempo.
O Ballet de Londrina nasceu em dezembro de 1993, fruto de um convênio entre a Prefeitura e a Funcart - Fundação Cultural Artística de Londrina. Com grande vitalidade, vem construindo uma trajetória pautada em torno das criações de Leonardo Ramos. Se agora, com Decalque, a companhia parece imersa em um ambiente de Mats Ek, a referência é bem-vinda, pois agregou mais complexidade aos modos de compor dança de seu coreógrafo-residente. Afinal, Mats Ek faz parte, ao lado de Jiry Kylian e William Forsythe, do seleto grupo de gênios que mudou a cara do balé no século 20.
Todavia, Decalque não é uma releitura stricto sensu do clássico Romeu e Julieta, como aquelas que consagraram Mats Ek, e nisso reside mais um de seus méritos. O nome da obra funciona como um bom indicador de que seu interesse está no decalcar (no sentido de transferir). O modo original como se dá a transferência é que importa aqui, pois é do movimento que surgem as ignições que nos fazem lembrar da história. E há ainda o transferir da movimentação de um corpo para o outro. Romeu e Julieta se decalcam em vários corpos, multiplicando-se em cena, e vão criando acontecimentos que funcionam como ignições que nos fazem lembrar do Romeu e Julieta que conhecemos.
Depois de uma ausência de oito anos, a companhia parece estar conseguido, felizmente, estabelecer uma periodicidade anual em São Paulo. Na temporada de 2006, apresentou aqui Prazeres e Fale Baixo, ambas assinadas por Leonardo Ramos e, em junho voltou com Decalque, apresentado também em Piracicaba, na semana passada, no Teatro Dr. Losso Neto.
Teceira crítica:
06/2007
Força Delicada
Marcela Benvegnu - crírtica Jornal de Piracicaba (29/06/07)
Depois de "Fale Baixo" (2006), que explora novas formas de locomoção na dança, foi a vez do Ballet de Londrina estrear "Decalque", de Leonardo Ramos, que se apresentou em Piracicaba, no Teatro Municipal "Dr. Losso Netto", na última quarta-feira e revelou uma proposta mais madura do que a anterior. Em cena, braços e pernas têm igual valor e não é preciso ler "Romeu e Julieta", de Shakespeare, ou mesmo assistir ao balé de repertório homônimo para entender sua história de amor e perda, construída sob a música de Prokofiev.
"Decalque" provoca um certo estranhamento — muitos dizem que essa é a real função da arte — a começar pela forma em que os bailarinos entram em cena, com mãos e pés colados ao linóleo. Tudo é fora do convencional, assim como a proposta que trabalha novos e diferentes eixos de equilíbrio e apoios para locomoção. A dança na horizontal parece impossível em corpos acostumados à verticalidade do clássico, mas o Ballet de Londrina prova no palco como isso parece simples.
Os movimentos são acrobáticos, porém, sua força passa longe da acrobacia. A cada movimento inusitado o que se vê em cena é a delicadeza da tensão, se assim se pode chamar sua movimentação. "Decalque" é um diálogo entre chão, movimento e música. Um trabalho que evoca antagonismos pertinentes, nos quais a dança aos poucos se transforma em poema. Sim, porque o corpo — como o texto — também escreve suas palavras para serem lidas na horizontal.
Além dos movimentos — que decalcam a platéia à poltrona do teatro — se percebe uma relação direta entre intérprete e figurino; os vestidos, inteiriças, panos e até meias se transformam em apoio para que eles deslizem no solo, um decalque que vai além do toque. O cenário, assinado por Maria Laura Radicce e Douglas Cruz, uma espécie de vitral coberto por uma cortina que se abre e fecha, permite a relação entre muitos romeus e julietas, iluminados em tons de azul e vermelho.
O que também chama atenção em cena é a cabeça raspada dos bailarinos — só uma intérprete que não o fez (até na dança existem excessões) —, que em alguns momentos dançam de saias e ali não se sabe quem é romeu ou julieta. São espelhos. O trabalho com duração de uma hora termina com a lógica inversa: os bailarinos entram em cena caminhando sobre as mãos, com os pés no ar, e provam que quando se trata de corpo e dança, todos os diálogos são possíveis. De fato, fazem dança contemporânea de qualidade, diferente do muito que se vê por aí. (Less)
Channel: youtubeTags: Dança
Rate it: Rate:
70,
04:41,
2008-04-22 09:37:10 Description: Trabalho desenvolvido pelo grupo de Teatro Vocacional do CEU Butantã. baseado em "Quando as Máquinas Param", de Plínio Marcos. RECORTES MUSICAIS Gênero: (More) Trabalho desenvolvido pelo grupo de Teatro Vocacional do CEU Butantã. baseado em "Quando as Máquinas Param", de Plínio Marcos. RECORTES MUSICAIS Gênero: Comédia musical. Baseado na cena final de "Quando as Máquinas Param", de Plínio Marcos. Zé e Nina são um casal em crise. O que antes eram flores, agora são lágrimas -- ou serão risadas? Estruturadas em Improvisações Teatrais, as cenas de recortes revelam imagens de duas mentes, uma que amava e outra que não ama mais fazendo-nos perguntar como o mundo e a situação social podem transformar o amor? (Less)
Channel: youtube Rate it: Rate:
42,
01:33,
2008-04-22 16:37:39 Description: Trailer do filme 'Um Verão para Toda Vida' (December Boys), com Daniel Radcliffe. Baseado no clássico romance de Michael Noonan, 'Um Verão Para Toda Vida' (More) Trailer do filme 'Um Verão para Toda Vida' (December Boys), com Daniel Radcliffe. Baseado no clássico romance de Michael Noonan, 'Um Verão Para Toda Vida' é a história de quatro adolescentes órfãos que crescem enclausurados em um convento católico no deserto da Austrália nos anos 1960. Cada vez mais, eles vêem crianças menores sendo adotadas por famílias adoráveis, e chegam à conclusão de que, à medida que ficam mais velhos, sua vez de serem adotados talvez nunca chegue. Quando o convento envia os meninos para uma região praiana em um verão, finalmente eles vislumbram algo em seu horizonte. Durante a estadia na região costeira, os garotos conhecem um jovem casal que não consegue ter filhos, e acham que eles seriam os pais perfeitos. O mais velho dos garotos, Maps, acaba se interessando por Lucy, uma linda menina da região litorânea. Em uma competição para se tornar o melhor candidato à adoção, ele e os outros meninos, Sparks, Misty e Spit, cruelmente testam a amizade que têm entre si enquanto sentimentos de rejeição vêm à tona. Os laços de amizade acabam superando as rivalidades, selando de uma vez por todas as fortes amarras que sempre ataram os "garotos de dezembro", fazendo-os descobrir o verdadeiro sentido de amizade, família e amor. O filme estréia em 9 de novembro nos cinemas. http://www.umveraoparatodavida.com.br (Less)
Channel: youtubeTags: boys bros daniel december filme michael noonan para radcliffe toda trailer um verao vida warner
Rate it: Rate:
129,
01:33,
2007-09-26 14:52:01 Description: Trailer do filme 'Um Verão para Toda Vida' (December Boys), com Daniel Radcliffe.
Baseado no clássico romance de Michael Noonan, 'Um Verão Para Toda Vida' (More) Trailer do filme 'Um Verão para Toda Vida' (December Boys), com Daniel Radcliffe.
Baseado no clássico romance de Michael Noonan, 'Um Verão Para Toda Vida' é a história de quatro adolescentes órfãos que crescem enclausurados em um convento católico no deserto da Austrália nos anos 1960. Cada vez mais, eles vêem crianças menores sendo adotadas por famílias adoráveis, e chegam à conclusão de que, à medida que ficam mais velhos, sua vez de serem adotados talvez nunca chegue. Quando o convento envia os meninos para uma região praiana em um verão, finalmente eles vislumbram algo em seu horizonte.
Durante a estadia na região costeira, os garotos conhecem um jovem casal que não consegue ter filhos, e acham que eles seriam os pais perfeitos. O mais velho dos garotos, Maps, acaba se interessando por Lucy, uma linda menina da região litorânea. Em uma competição para se tornar o melhor candidato à adoção, ele e os outros meninos, Sparks, Misty e Spit, cruelmente testam a amizade que têm entre si enquanto sentimentos de rejeição vêm à tona.
Os laços de amizade acabam superando as rivalidades, selando de uma vez por todas as fortes amarras que sempre ataram os "garotos de dezembro", fazendo-os descobrir o verdadeiro sentido de amizade, família e amor.
O filme estréia em 9 de novembro nos cinemas.
http://www.umveraoparatodavida.com.br (Less)
Channel: youtubeTags: boys bros daniel december filme michael noonan para radcliffe toda trailer um verao vida warner
Rate it: Rate:
Recent searches
allison kilgore 11s ago bangbross 10s ago bme pain olympics hatchet... 13s ago bukkake 10s ago casal fazendo amor 0s ago chad hunt videos 14s ago couple caught having sex on... 12s ago dijco 3s ago download metal slug for gba 8s ago german pornstars 2s ago girls flashing webcam 6s ago handcuffed to the bed 2s ago handjob 4s ago janu 14s ago japanese rape 8s ago katharine ross 3s ago korean camgirl 11s ago laure sainclair 4s ago loveさりげなく 7s ago naturist kids 6s ago pussy licking 6s ago rape forced sex 8s ago sora no iro mizu no iro 1s ago stewardess 2s ago teacher stripping 1s ago
Recently watched videos
What is viral today ?
Quicklist (0)
No videos on quicklist
This list is temporary even if You are logged in. You can save it to permanent list.
My video lists
You must be logged to see all your lists. Please log in here.
Bookmark us

Please, link us:










![Viver a Vida - 16/09/2009 - Capítulo 3 - Parte 5 [ FINAL ] Viver a Vida - 16/09/2009 - Capítulo 3 - Parte 5 [ FINAL ]](http://i.ytimg.com/vi/CDtD3cb3T_U/2.jpg)


















![Chrono Crusade Episode 19 3/3 [English Sub]](http://img.youtube.com/vi/yIcdDOD93U4/2.jpg)








