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08:51,
2009-11-18 00:36:36 Description: Mort Rainey (Johnny Depp) é um escritor em crise, que acaba de se separar de sua esposa (Maria Bello) após tê-la flagrado com outro homem. Mort decide se isolar em uma cabana (More) Mort Rainey (Johnny Depp) é um escritor em crise, que acaba de se separar de sua esposa (Maria Bello) após tê-la flagrado com outro homem. Mort decide se isolar em uma cabana à beira do lago Tashmore, em busca de tranquilidade. Porém lá aparece John Shooter (John Turturro), que começa a atormentá-lo ao acusá-lo seguidamente de plágio. Johnny Depp (Mort Rainey) John Turturro (John Shooter) Maria Bello (Amy Rainey) Timothy Hutton (Ted) Estúdio:Columbia Pictures Corporation / Pariah ... (Less)
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02:07,
2007-12-17 17:14:49 Description: The Dark Knight is a 2008 American superhero film based on the fictional DC Comics character Batman. The film is a direct sequel to the 2005 release Batman Begins, which rebooted the Batman franchise (More) The Dark Knight is a 2008 American superhero film based on the fictional DC Comics character Batman. The film is a direct sequel to the 2005 release Batman Begins, which rebooted the Batman franchise after an eight-year hiatus. Christopher Nolan, director of Batman Begins, continues as the director of the sequel, which stars Christian Bale again as Batman and Heath Ledger as the Joker. The film follows Batman becoming more of a detective, dealing with the escalated situation from the end of Batman Begins as well as the dilemma of his vigilante crusade, and his friendship with district attorney Harvey Dent, played by Aaron Eckhart.
Nolan was initially unsure of returning for the sequel, but eventually decided upon creating a new interpretation of the Joker, based on the villain's original appearances in comic book lore. The Dark Knight was filmed primarily in Chicago, as had been done for Batman Begins, as well as several other locations in and outside the United States. The director also used an IMAX camera to film four major action sequences, including the Joker's first appearance. The Batsuit was redesigned, with a cowl allowing Bale to move his head, and a recreation of the Batcycle known as the Batpod will be introduced.
The studio undertook a viral marketing campaign for The Dark Knight in which websites were created so Batman fan collaboration would reveal items such as new screenshots from the film. The film will also be marketed by selling related toys and an animated direct-to-DVD anthology titled Batman: Gotham Knight that is set between Batman Begins and The Dark Knight. The Dark Knight has a tentative release date of July 18, 2008 in the United States[2] and July 25 in the United Kingdom
The Dark Knight, (ou O CAVALEIRO das TREVAS) é a seqüência de Batman Begins. Christopher Nolan dirigirá novamente, e no elenco, já estão confirmados os retornos de Christian Bale como Batman, Michael Caine como Alfred, Gary Oldman como Tenente James Gordon, Morgan Freeman como Lucius Fox e Cillian Murphy novamente como Jonathan Crane/O Espantalho, além das estréias de Heath Ledger como Coringa e Aaron Eckhart como Duas-Caras. Também foi confirmada a escolha da atriz Maggie Gyllenhaal, como Rachel Dawes, antigo interesse romântico do Homem-Morcego, além da escolha de Eric Roberts, para o papel do mafioso Salvatore Maroni. E ao que tudo indica, o ator William Fichtner fará o papel de um gerente, do Banco Nacional de Gotham. Nestor Carbonell também foi outro contratado, mas para o papel de prefeito de Gotham City. Danny Goldring também entrou no elenco. Michael Jai White enterpretara Gamble, um dos mafiosos que tenta assumir o controle de Gotham no vácuo deixado por Carmine Falcone em Batman Begins. Gamble, personagem inédito na mitologia do Morcego. O personagem de Anthony Michael Hall, tudo indica que será um repórter chamado Reese. Ele deve descobrir a identidade do Batman e começa a chantagear as pessoas que sabem esse segredo, porém ele não terá um final feliz. (Less)
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69,
08:55,
2008-03-17 07:00:41 Description: http://www.uniaodivinista.org/
O MARAVILHOSO INTERMEDIÁRIO
Resumo dos Dons do Espírito Santo, pois nunca foi terça parte de Deus, nem espírito comunicante, nem (More) http://www.uniaodivinista.org/
O MARAVILHOSO INTERMEDIÁRIO
Resumo dos Dons do Espírito Santo, pois nunca foi terça parte de Deus, nem espírito comunicante, nem símbolo dos bons espíritos, mas sim carismas ou mediunidades, por onde Anjos ou Espíritos Mensageiros produzem maravilhas:
"Quem dera que o Senhor desse o Seu Espírito Santo e que toda a carne profetizasse" Números, 11, 29.
"Derramarei o Meu Espírito Santo sobre a tua semente, e a minha bênção sobre a tua descendência" Isaías, 44,3.
"Derramarei o Meu Espírito Santo sobre toda a carne, e vossos filhos e filhas profetizarão, vossos velhos terão sonhos e vossos jovens terão visões" Joel, 2, 28.
"Sobre aquele que vires descer o Espírito Santo, esse é que em Espírito batizará" João, 1, 33.
"Daqui em diante vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do homem" João, 1, 51.
"Deus não é de mortos, mas de vivos, porque aqueles que forem dignos da ressurreição, serão como os anjos do céu" Mateus, cap. 22.
"Mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em Meu nome, Ele vos lembrará tudo quanto vos tenho dito" João, 14, 26.
"Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que virá sobre vós, e ser-me-eis testemunhas em Jerusalém, Judéia e Samaria e até aos confins da Terra" Atos, cap. 1.
"E foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem" Atos, cap. 2.
"Porque para vós é a promessa, e para quantos estiverem longe, quantos o Senhor a si quiser chamar" Atos, cap. 2.
"Porque a um pelo Espírito Santo é dada a palavra de sabedoria, a outro de ciência, a outro a fé, a outro o dom de curar, a outro a produção de maravilhas, a outro a profecia, a outro o discernimento dos espíritos, a outro as línguas diversas, e a outro as interpretações" I Ep. Coríntios, cap. 12.
"Estendendo a tua mão para curar e para que se façam sinais e prodígios pelo nome de teu santo filho Jesus" Atos, cap. 4.
"Porque, sendo exaltado por Deus, e, tendo recebido de Deus a promessa do Espírito Santo, derramou a este sobre vós, como agora o estais vendo e ouvindo" Atos, 2, 33.
"Caríssimos, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de DEUS, porque muitos já foram os falsos profetas que se levantaram no mundo" I Ep. de João, cap. 4.
"Testificando também Deus com eles, por sinais, milagres, várias maravilhas e Dons do Espírito Santo, distribuídos por sua vontade" Hebreus, 2, 4.
"Antigamente, em Israel, indo alguém consultar a Deus, dizia assim: Vinde, e vamos ao vidente, porque ao profeta de hoje, se chamava então vidente" I Samuel, 9, 9. Tradução: Ferreira de Almeida.
"E estes sinais seguirão aos que crerem: Expulsarão os demônios; falarão novas línguas; manusearão serpentes; bebendo potagem mortífera, não lhes fará mal; porão as mãos sobre os enfermos e os curarão" Marcos, 16, 17.
"Aquele que pecar contra o Filho do homem será perdoado, mas aquele que blasfemar contra o Espírito Santo será réu da Justiça Divina" Jesus.
Esse Divino Documentário, com suas lições sobre a Lei de Deus e o Divino Mediunismo, Instrutor e Consolador, foi atraiçoado pela Besta e o Falso Profeta, dois imundos cleros, previstos no capítulo 13 do Apocalipse. Foi no ano 313, na Cidade dos Sete Montes, que começaram os bestialismos. Estudem o seguinte aviso:
Mais de duzentos e cinqüenta pessoas escreveram sobre João Batista e Jesus, não apenas quatro. A Besta Corruptora adulterou, e bastante, textos do Novo Testamento, para se impor a reis, povos e nações, como bem adverte o Apocalipse, capítulo 13, que iria acontecer e aconteceu. Isso tudo será pago até o último ceitil, como devem ler no Apocalipse, capítulos 11, 12, 14, 19, 21 e 22.
Portanto, antes de findar o II Milênio, Elias devia vir restaurar o que Deus entregou por Moisés e Jesus o Código de Comportamento que resultaria na Divina Civilização, apontada por Deus em Isaías, capítulo 11, se os bestialismos humanos nada tivessem atraiçoado...
Porque, entendam, Jesus entregou o aviso que ninguém devia ignorar ou atraiçoar: "Tenho muito para vos dizer ainda, porém vós não podeis suportá-lo agora".
Com a restauração do que Deus entregou por Moisés e Jesus, viria a seguir o EVANGELHO ETERNO, O DE DEUS, A CHAVE INICIÁTICA TOTAL, QUE DEUS SÓ VEIO A PROMETER NO APOCALIPSE, 14, VERSOS DE 1 A 6. (Less)
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09:01,
2007-06-02 09:10:57 Description: Coletânea com os melhores erros da televisão
veja aqui os erros!
1°O apresentador fica falando na hora em que a repórter fala a notícia
2°Delis Ortiz pergunta (More) Coletânea com os melhores erros da televisão
veja aqui os erros!
1°O apresentador fica falando na hora em que a repórter fala a notícia
2°Delis Ortiz pergunta ao vivo ao câmera"Esse cara que tá é Josias Gomes?O Josias tá vivo?"
3°No Globo Esporte Local em 2006 o cara de bigode da produção invade onde o apresentador tá dando a notícia
4°A apresentadora do SBT esquece do programa que vem depois e o Hermano Hering fica falando com a produção e quase esquece do Boa Noite
5°O apresentador português erra a notícia e fica bravo
6°O telespectador pergunta a apresentador portuguesa se ele pode bater uma "punheta" em quanto fala com ela,ela fica sem graça
7°Chico Pinheiro esqueçe da notícia e vai rapidamente para outra
8°A mulher alemã da previsão do tempo,vê a foto de um homem que colocaram no lugar do mapa para a previsão do tempo e começa rir do cara.
9°O entrevistado erra e fala "corta"a repórter fala que estão Ao Vivo
10°Noronha tira um cochilo na Copa de 2002
11°O repórter antes ao entrar Ao Vivo leva um beijo de um homem que passa por ali
12°A apresentadora passa mal e cai
13°O entrevistado engole uma mosca que tava atrapalhando a Entrevista
14°Em uma reportagem da TV Gazeta,afiliada da Globo daqui do Espírito Santo,a entrevistada mostra como levou um banho no meio da rua e acaba levando outro
15°Um lagarto pula em cima do Apresentador e ele toda um susto e quase cai pra tras
16°Lembra daquele cara que atrapalhou no Globo Esporte Local?então agora uma mulher atrapalha um jornal só que no fundo da redação,Pensou que era ensaio!
17°O refletor cai em cima do apresentador que está dando uma notícia
18°A repórter está informando a previsão do tempo quando desaba sobre ela o que está do lado dela e ela cai!nesse mesmo erro os apresentadores estão de cabeça virada para o lado!
Agradecimentos
Jacaré Banguela www.jacarebanguela.com.br
Tamo Loko www.tamoloko.com.br
Obrigado pelas imagens! (Less)
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00:29,
2008-05-19 07:55:05 Description: sarabande - uma história de amor barroca
Os Deuses do Fogo e da Água regressam a casa após muitos anos de aventuras. Chegam num grande cortejo de cavalos, acompanhados pelos (More) sarabande - uma história de amor barroca
Os Deuses do Fogo e da Água regressam a casa após muitos anos de aventuras. Chegam num grande cortejo de cavalos, acompanhados pelos seus ajudantes. Estão felizes por verem a sua amada Afrodite - uma linda Deusa que vive no castelo - e ambos contemplam-na com cada vez mais presentes. Esta competitiva demonstração de amor e adoração rapidamente se transforma numa luta entre ambos, cada um usando armas do fogo e água para se sobrepor ao outro. Afrodite intervém e pára a luta. Por fim, os três unem-se numa espectacular celebração dos elementos.
Prólogo - A bela deusa, Afrodite, sai de seu castelo e, por onde passa, vai iluminando tudo em seu redor. O músico, um homem do barroco, toca Mozart para ela no seu cravo.
Chegada - Os dois Deuses chegam com o seu séquito, montados em magníficos cavalos brancos conduzidos pelos seus ajudantes.
Cumprimento/ Recepção - Os Deuses apresentam à sua amada Deusa lindíssimos bouquets feitos de fogo e água. De seguida, presenteiam-na com outras ofertas que compraram, tentando superar-se um ao outro e impressionar a sua Deusa. O Deus da Água oferece-lhe iguarias de peixe numa enorme bandeja do oceano. Naturalmente, o Deus do Fogo preparou também algumas surpresas - oferece à Deusa presunto e galinha, e mesmo um porco assado em fogo de lenha.
Dança do Fogo e da Água - A competição atinge o clímax, quando cada um executa uma dança.
Batalha/Luta - Os rivais dançam numa grande agitação, o seu êxtase não conhece limites. Culmina com o Deus do Fogo provocando o seu oponente e atacando-o com uma enorme arma de fogo. O Deus da Água salta para fora do seu banho de espuma e começa extinguir o fogo com jactos de água, a jorrar cada vez mais fortes, até varrer o Deus do Fogo dos seus pés.
Intervenção de Afrodite e Reconciliação - Afrodite intervém e implora-lhes que se acalmem. Ordena-lhes que regressem aos seus lugares e eles celebram uma reconciliação simbólica. Fogo e Água tornam-se os elementos do seu ritual.
Relutantes dão a mão um ao outro e, finalmente, Afrodite pede-lhes para dançarem com ela sobre um vulcão rodeado por água. (Less)
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00:22,
2008-05-17 10:44:15 Description: sarabande - uma história de amor barroca
Os Deuses do Fogo e da Água regressam a casa após muitos anos de aventuras. Chegam num grande cortejo de cavalos, acompanhados pelos (More) sarabande - uma história de amor barroca
Os Deuses do Fogo e da Água regressam a casa após muitos anos de aventuras. Chegam num grande cortejo de cavalos, acompanhados pelos seus ajudantes. Estão felizes por verem a sua amada Afrodite - uma linda Deusa que vive no castelo - e ambos contemplam-na com cada vez mais presentes. Esta competitiva demonstração de amor e adoração rapidamente se transforma numa luta entre ambos, cada um usando armas do fogo e água para se sobrepor ao outro. Afrodite intervém e pára a luta. Por fim, os três unem-se numa espectacular celebração dos elementos.
Prólogo - A bela deusa, Afrodite, sai de seu castelo e, por onde passa, vai iluminando tudo em seu redor. O músico, um homem do barroco, toca Mozart para ela no seu cravo.
Chegada - Os dois Deuses chegam com o seu séquito, montados em magníficos cavalos brancos conduzidos pelos seus ajudantes.
Cumprimento/ Recepção - Os Deuses apresentam à sua amada Deusa lindíssimos bouquets feitos de fogo e água. De seguida, presenteiam-na com outras ofertas que compraram, tentando superar-se um ao outro e impressionar a sua Deusa. O Deus da Água oferece-lhe iguarias de peixe numa enorme bandeja do oceano. Naturalmente, o Deus do Fogo preparou também algumas surpresas - oferece à Deusa presunto e galinha, e mesmo um porco assado em fogo de lenha.
Dança do Fogo e da Água - A competição atinge o clímax, quando cada um executa uma dança.
Batalha/Luta - Os rivais dançam numa grande agitação, o seu êxtase não conhece limites. Culmina com o Deus do Fogo provocando o seu oponente e atacando-o com uma enorme arma de fogo. O Deus da Água salta para fora do seu banho de espuma e começa extinguir o fogo com jactos de água, a jorrar cada vez mais fortes, até varrer o Deus do Fogo dos seus pés.
Intervenção de Afrodite e Reconciliação - Afrodite intervém e implora-lhes que se acalmem. Ordena-lhes que regressem aos seus lugares e eles celebram uma reconciliação simbólica. Fogo e Água tornam-se os elementos do seu ritual.
Relutantes dão a mão um ao outro e, finalmente, Afrodite pede-lhes para dançarem com ela sobre um vulcão rodeado por água. (Less)
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2008-05-17 10:40:15 Description: sarabande - uma história de amor barroca
Os Deuses do Fogo e da Água regressam a casa após muitos anos de aventuras. Chegam num grande cortejo de cavalos, acompanhados pelos (More) sarabande - uma história de amor barroca
Os Deuses do Fogo e da Água regressam a casa após muitos anos de aventuras. Chegam num grande cortejo de cavalos, acompanhados pelos seus ajudantes. Estão felizes por verem a sua amada Afrodite - uma linda Deusa que vive no castelo - e ambos contemplam-na com cada vez mais presentes. Esta competitiva demonstração de amor e adoração rapidamente se transforma numa luta entre ambos, cada um usando armas do fogo e água para se sobrepor ao outro. Afrodite intervém e pára a luta. Por fim, os três unem-se numa espectacular celebração dos elementos.
Prólogo - A bela deusa, Afrodite, sai de seu castelo e, por onde passa, vai iluminando tudo em seu redor. O músico, um homem do barroco, toca Mozart para ela no seu cravo.
Chegada - Os dois Deuses chegam com o seu séquito, montados em magníficos cavalos brancos conduzidos pelos seus ajudantes.
Cumprimento/ Recepção - Os Deuses apresentam à sua amada Deusa lindíssimos bouquets feitos de fogo e água. De seguida, presenteiam-na com outras ofertas que compraram, tentando superar-se um ao outro e impressionar a sua Deusa. O Deus da Água oferece-lhe iguarias de peixe numa enorme bandeja do oceano. Naturalmente, o Deus do Fogo preparou também algumas surpresas - oferece à Deusa presunto e galinha, e mesmo um porco assado em fogo de lenha.
Dança do Fogo e da Água - A competição atinge o clímax, quando cada um executa uma dança.
Batalha/Luta - Os rivais dançam numa grande agitação, o seu êxtase não conhece limites. Culmina com o Deus do Fogo provocando o seu oponente e atacando-o com uma enorme arma de fogo. O Deus da Água salta para fora do seu banho de espuma e começa extinguir o fogo com jactos de água, a jorrar cada vez mais fortes, até varrer o Deus do Fogo dos seus pés.
Intervenção de Afrodite e Reconciliação - Afrodite intervém e implora-lhes que se acalmem. Ordena-lhes que regressem aos seus lugares e eles celebram uma reconciliação simbólica. Fogo e Água tornam-se os elementos do seu ritual.
Relutantes dão a mão um ao outro e, finalmente, Afrodite pede-lhes para dançarem com ela sobre um vulcão rodeado por água. (Less)
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2008-05-19 08:08:14 Description: sarabande - uma história de amor barroca
Os Deuses do Fogo e da Água regressam a casa após muitos anos de aventuras. Chegam num grande cortejo de cavalos, acompanhados pelos (More) sarabande - uma história de amor barroca
Os Deuses do Fogo e da Água regressam a casa após muitos anos de aventuras. Chegam num grande cortejo de cavalos, acompanhados pelos seus ajudantes. Estão felizes por verem a sua amada Afrodite - uma linda Deusa que vive no castelo - e ambos contemplam-na com cada vez mais presentes. Esta competitiva demonstração de amor e adoração rapidamente se transforma numa luta entre ambos, cada um usando armas do fogo e água para se sobrepor ao outro. Afrodite intervém e pára a luta. Por fim, os três unem-se numa espectacular celebração dos elementos.
Prólogo - A bela deusa, Afrodite, sai de seu castelo e, por onde passa, vai iluminando tudo em seu redor. O músico, um homem do barroco, toca Mozart para ela no seu cravo.
Chegada - Os dois Deuses chegam com o seu séquito, montados em magníficos cavalos brancos conduzidos pelos seus ajudantes.
Cumprimento/ Recepção - Os Deuses apresentam à sua amada Deusa lindíssimos bouquets feitos de fogo e água. De seguida, presenteiam-na com outras ofertas que compraram, tentando superar-se um ao outro e impressionar a sua Deusa. O Deus da Água oferece-lhe iguarias de peixe numa enorme bandeja do oceano. Naturalmente, o Deus do Fogo preparou também algumas surpresas - oferece à Deusa presunto e galinha, e mesmo um porco assado em fogo de lenha.
Dança do Fogo e da Água - A competição atinge o clímax, quando cada um executa uma dança.
Batalha/Luta - Os rivais dançam numa grande agitação, o seu êxtase não conhece limites. Culmina com o Deus do Fogo provocando o seu oponente e atacando-o com uma enorme arma de fogo. O Deus da Água salta para fora do seu banho de espuma e começa extinguir o fogo com jactos de água, a jorrar cada vez mais fortes, até varrer o Deus do Fogo dos seus pés.
Intervenção de Afrodite e Reconciliação - Afrodite intervém e implora-lhes que se acalmem. Ordena-lhes que regressem aos seus lugares e eles celebram uma reconciliação simbólica. Fogo e Água tornam-se os elementos do seu ritual.
Relutantes dão a mão um ao outro e, finalmente, Afrodite pede-lhes para dançarem com ela sobre um vulcão rodeado por água. (Less)
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2008-03-25 17:26:38 Description: Registo gráfico de José Saramago por Nuno Mendanha.
"O Ano de 1993 é um livro de teor inesperado, intrigante, simultaneamente misterioso e sedutor na sua indecisão (More) Registo gráfico de José Saramago por Nuno Mendanha.
"O Ano de 1993 é um livro de teor inesperado, intrigante, simultaneamente misterioso e sedutor na sua indecisão estrutural, na sua feição alegórica e na indecisão de caminhos interpretativos que pode abrir. Embora nenhum subtítulo o integre num género literário determinado, certas indicações do autor parecem situá-lo no domínio da poesia, e com efeito a sua estrutura, organizada em 30 partes (poemas ou capítulos), assenta na escrita versicular, que aliás encontrámos em alguns textos de Provavelmente Alegria; no entanto, há um fio narrativo sensível ao longo do livro, com movimentos de progressão e de clímax que apontam para uma urdidura novelística - sendo sobretudo perceptível a intenção fantástica que, hesitando entre um maravilhoso de índole profética e uma nítida tendência para a ficção científica, pela primeira vez organiza com coesão orgânica numa obra do autor esta fundamental convergência «deste mundo e do outro». Herda assim este texto da prática da crónica o tom sentencioso e a tendência moralizante (ou, pelo menos, judicativa) que irão persistir na sua restante obra; de algumas das melhores páginas dessa sua importante actividade de cronista, assim como da experiência lírica, traz ele também um veio poético, essencialmente expresso pelos processos metafórico e alusivo, que lhe comunicam uma funda capacidade evocativa; mas o seu mais importante sentido situa-se, a nosso ver, no esforço de transposição que pela primeira vez José Saramago pratica em relação ao tratamento do mundo, que já não é aqui abordado enquanto circunstância efectiva mas como formulação poética literal que, justamente por essa sua natureza poética, adquire uma significação humana, não só pela mensagem de conhecimento que se procura transmitir, mas também pela irradiação semântica multivalente que a criatividade verbal produz nos efeitos criados pela sua leitura. Assim, cria-se neste texto um mundo fantasmagórico, de tempo parado em «paisagem de Dali», com o Sol a afundar-se num poente irreal que provoca uma sombra corrosiva, devoradora do humano, na cidade que a peste invade e onde uma ocupação-repressão cruel e mecânica desfigura os seres e os leva a um refúgio doloroso no exterior; os gestos de ritual ganham proporções que certas páginas das crónicas já haviam indicado (...) e uma luta surda e tenaz se desenrola no sentido de se tentar a libertação, enfim conseguida, em relação a uma organização urbana de cerrada opressão e artificialismo de pesadelo, onde a escala humana é reduzida no sentido de uma réplica de Orwell, e a valorização do tempo se faz em função de uma reabilitação da natureza: sol-pôr / nascer do sol; morte / nascimento (mulher grávida, criança); silêncio / música ou grito / silêncio (quase sempre o silêncio resolve a antítese entre o vazio e a plenitude, na obra de José Saramago); o grande olho (mecânico, vigilância suprema e temível do ordenador) / o sol; morte / amor. A tarefa da libertação está confiada à massa dos habitantes («Ó este povo que corre nas ruas e estas bandeiras e estes gritos e estes punhos fechados enquanto as cobras os ratos e as aranhas da contagem se somem no chão» - e a circunstância efectiva de 1974 reabsorve por sua vez esta elaboração poética), conduzidos pelo homem que, extinto o fogo, ousa roubar a luz do Sol, e sancionada pelo par cujo amor é recebido pela árvore , «juntando a seiva e o sangue», e criando novos deuses: a montanha e o Sol - mas «definitivamente só ficou o rio porque os homens vão mergulhar nele as mãos e o rosto e têm estrelas nos olhos quando se levantam / Enquanto as águas por sua vez transportam ao céu e ao sol se o há a turvidão salgada das lágrimas e do suor / E as plantas verdes que dentro de água vivem estremecem sob o vento que traz aquele cheiro de homem a que a terra ainda não se habituou», 53. O rio, motivo tutelar da obra de José Saramago figura de certo modo o ritmo caudaloso e inestancável desta toada versicular, destas vagas de nostalgia e de impulso construtivo que, mais do que poesia lírica, apresentam talvez um fôlego épico (onde o sentido profético se insinua na sugestão de repetição dos transes do sofrimento social e nos sibilinos avisos de uma voz secular) que, aliado à urdidura novelística e ao encadeamento narrativo, fazem deste texto, a nosso ver, o grande pioneiro de uma concreta nova ficção na obra do autor; do que ele próprio parece aliás dar-se conta nestes versículos riquíssimos de sentido: «Talvez este silêncio seja o esforço abrindo os foles do pulmão prosaicamente abrindo ó sem poesia abrindo / Para começar o outra vez doloroso nascimento duma primeira palavra», 51."
SEIXO, Maria Alzira, O Essencial sobre José Saramago, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1987, págs. 22-25. (Less)
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04:29,
2007-11-16 19:00:54 Description: Registos gráficos de Nuno Mendanha a partir da obra de José Saramago"O Ano de 1993"
"O Ano de 1993 é um livro de teor inesperado, intrigante, simultaneamente (More) Registos gráficos de Nuno Mendanha a partir da obra de José Saramago"O Ano de 1993"
"O Ano de 1993 é um livro de teor inesperado, intrigante, simultaneamente misterioso e sedutor na sua indecisão estrutural, na sua feição alegórica e na indecisão de caminhos interpretativos que pode abrir. Embora nenhum subtítulo o integre num género literário determinado, certas indicações do autor parecem situá-lo no domínio da poesia, e com efeito a sua estrutura, organizada em 30 partes (poemas ou capítulos), assenta na escrita versicular, que aliás encontrámos em alguns textos de Provavelmente Alegria; no entanto, há um fio narrativo sensível ao longo do livro, com movimentos de progressão e de clímax que apontam para uma urdidura novelística - sendo sobretudo perceptível a intenção fantástica que, hesitando entre um maravilhoso de índole profética e uma nítida tendência para a ficção científica, pela primeira vez organiza com coesão orgânica numa obra do autor esta fundamental convergência «deste mundo e do outro». Herda assim este texto da prática da crónica o tom sentencioso e a tendência moralizante (ou, pelo menos, judicativa) que irão persistir na sua restante obra; de algumas das melhores páginas dessa sua importante actividade de cronista, assim como da experiência lírica, traz ele também um veio poético, essencialmente expresso pelos processos metafórico e alusivo, que lhe comunicam uma funda capacidade evocativa; mas o seu mais importante sentido situa-se, a nosso ver, no esforço de transposição que pela primeira vez José Saramago pratica em relação ao tratamento do mundo, que já não é aqui abordado enquanto circunstância efectiva mas como formulação poética literal que, justamente por essa sua natureza poética, adquire uma significação humana, não só pela mensagem de conhecimento que se procura transmitir, mas também pela irradiação semântica multivalente que a criatividade verbal produz nos efeitos criados pela sua leitura. Assim, cria-se neste texto um mundo fantasmagórico, de tempo parado em «paisagem de Dali», com o Sol a afundar-se num poente irreal que provoca uma sombra corrosiva, devoradora do humano, na cidade que a peste invade e onde uma ocupação-repressão cruel e mecânica desfigura os seres e os leva a um refúgio doloroso no exterior; os gestos de ritual ganham proporções que certas páginas das crónicas já haviam indicado (...) e uma luta surda e tenaz se desenrola no sentido de se tentar a libertação, enfim conseguida, em relação a uma organização urbana de cerrada opressão e artificialismo de pesadelo, onde a escala humana é reduzida no sentido de uma réplica de Orwell, e a valorização do tempo se faz em função de uma reabilitação da natureza: sol-pôr / nascer do sol; morte / nascimento (mulher grávida, criança); silêncio / música ou grito / silêncio (quase sempre o silêncio resolve a antítese entre o vazio e a plenitude, na obra de José Saramago); o grande olho (mecânico, vigilância suprema e temível do ordenador) / o sol; morte / amor. A tarefa da libertação está confiada à massa dos habitantes («Ó este povo que corre nas ruas e estas bandeiras e estes gritos e estes punhos fechados enquanto as cobras os ratos e as aranhas da contagem se somem no chão» - e a circunstância efectiva de 1974 reabsorve por sua vez esta elaboração poética), conduzidos pelo homem que, extinto o fogo, ousa roubar a luz do Sol, e sancionada pelo par cujo amor é recebido pela árvore , «juntando a seiva e o sangue», e criando novos deuses: a montanha e o Sol - mas «definitivamente só ficou o rio porque os homens vão mergulhar nele as mãos e o rosto e têm estrelas nos olhos quando se levantam / Enquanto as águas por sua vez transportam ao céu e ao sol se o há a turvidão salgada das lágrimas e do suor / E as plantas verdes que dentro de água vivem estremecem sob o vento que traz aquele cheiro de homem a que a terra ainda não se habituou», 53. O rio, motivo tutelar da obra de José Saramago figura de certo modo o ritmo caudaloso e inestancável desta toada versicular, destas vagas de nostalgia e de impulso construtivo que, mais do que poesia lírica, apresentam talvez um fôlego épico (onde o sentido profético se insinua na sugestão de repetição dos transes do sofrimento social e nos sibilinos avisos de uma voz secular) que, aliado à urdidura novelística e ao encadeamento narrativo, fazem deste texto, a nosso ver, o grande pioneiro de uma concreta nova ficção na obra do autor; do que ele próprio parece aliás dar-se conta nestes versículos riquíssimos de sentido: «Talvez este silêncio seja o esforço abrindo os foles do pulmão prosaicamente abrindo ó sem poesia abrindo / Para começar o outra vez doloroso nascimento duma primeira palavra», 51."
SEIXO, Maria Alzira, O Essencial sobre José Saramago, Lisboa, Imprensa Nacional - Casa da Moeda, 1987, págs. 22-25. (Less)
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05:44,
2007-09-11 04:39:22 Description: SELVAGERIA: Imagens captadas por um telefone celular mostram cenas terríveis, onde assaltante é surrado até a morte
Imagens exibidas pela TV RBA durante o programa Barra Pesada (More) SELVAGERIA: Imagens captadas por um telefone celular mostram cenas terríveis, onde assaltante é surrado até a morte
Imagens exibidas pela TV RBA durante o programa Barra Pesada na tarde de sexta-feira 17 de agosto de 2007, que mostrou um homem sendo linchado até a morte por populares, causou polêmica na sociedade paraense e um questionamento ficou no ar: Até que ponto as pessoas podem tirar a vida de outra, mesmo que seja com a desculpa de realizar a famosa "justiça com as próprias mãos"?
Foi o que aconteceu com um rapaz com idade entre 20 e 25 anos, no conjunto Cordeiro de Farias, bairro do Tapanã. Ele foi morto a pauladas e pedradas após assaltar uma moça e roubar seu celular. Ela estava acompanhada pelo namorado, que reagiu e saiu em perseguição ao bandido. A poucos metros do local do assalto, ele foi alcançado e iniciou-se uma sessão de linchamento. Várias pessoas começaram a se aglomerar e participar da tortura, jogando paus e pedras no acusado, que gritava por clemência.
Cercado e sem poder reagir, ele corria de um lado para o outro na tentativa de fugir das agressões. Pessoas de várias idades aplicavam golpes no acusado em uma cena de selvageria e barbárie. Transeuntes circulavam livremente pelo local e não demonstravam nenhum sentimento como dó ou indignação diante do que estavam presenciando.
Neste momento, sem saber quem era vítima ou acusado, o rapaz resistia bravamente, mas passado dez minutos ininterruptos de agressões, caiu desfalecido no chão. Uma pessoa não identificada se aproximou e deu o golpe derradeiro jogando um tijolo em sua cabeça. O rapaz morreu no local e após algumas horas no meio da rua seu corpo foi removido ao Instituto Médico Legal (IML).
As seccionais da circunscrição não souberam dar nenhuma informação a respeito do caso do linchamento. Confirmando que nenhuma providência está sendo tomada (Less)
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2007-07-01 14:58:59 Description: A história do Jiu-jitsu
Segundo alguns historiadores o Jiu-jitsu ou "arte suave", nasceu na Índia e era praticado por monges budistas. Preocupados com a auto defesa, os (More) A história do Jiu-jitsu
Segundo alguns historiadores o Jiu-jitsu ou "arte suave", nasceu na Índia e era praticado por monges budistas. Preocupados com a auto defesa, os monges desenvolveram uma técnica baseada nos princípios do equilíbrio, do sistema de articulação do corpo e das alavancas, evitando o uso da força e de armas. Com a expansão do budismo o jiu-jitsu percorreu o Sudeste asiático, a China e, finalmente, chegou ao Japão, onde desenvolveu-se e popularizou-se.
A partir do final do século XIX, alguns mestres de jiu-jitsu migraram do Japão para outros Continentes, vivendo do ensino da arte marcial e das lutas que realizavam.
Esai Maeda Koma, conhecido como Conde Koma, foi um deles. Depois de viajar com sua trupe lutando em vários países da Europa e das Américas, chegou ao Brasil em 1915 e se fixou em Belém do Pará, no ano seguinte, onde conheceu Gastão Gracie. Pai de oito filhos, cinco homens e três mulheres, Gastão tornou-se um entusiasta do jiu-jitsu e levou o mais velho, Carlos, para aprender a luta com o japonês.
Franzino por natureza, aos 15 anos, Carlos Gracie encontrou no jiu-jitsu um meio de realização pessoal. Aos 19, se transferiu para o Rio de Janeiro com a família e adotou a profissão de lutador e professor dessa arte marcial. Viajou para Belo Horizonte e depois para São Paulo, ministrando aulas e vencendo adversários bem mais fortes fisicamente. Em 1925, voltou ao Rio e abriu a primeira Academia Gracie de Jiu-Jitsu. Convidou seus irmãos Oswaldo e Gastão para assessorá-lo e assumiu a criação dos menores George, com 14 anos, e Hélio, com 12.
Desde então, Carlos passou a transmitir seus conhecimentos aos irmãos, adequando e aperfeiçoando a técnica à compleição física franzina característica de sua família.
Também transmitiu-lhes sua filosofia de vida e conceitos de alimentação natural, sendo um pioneiro na criação de uma dieta especial para atletas, a Dieta Gracie, transformando o jiu-jitsu em sinônimo de saúde.
De posse de uma eficiente técnica de defesa pessoal, Carlos Gracie viu no jiu-jitsu um meio para se tornar um homem mais tolerante, respeitoso e autoconfiante. Imbuído de provar a superioridade do jiu-jitsu e formar uma tradição familiar, Carlos Gracie lançou desafios aos grandes lutadores da época e passou a gerenciar a carreira dos irmãos.
Enfrentando adversários 20, 30 quilos mais pesados, os Gracie logo adquiriram fama e notoriedade nacional. Atraídos pelo novo mercado que se abriu em torno do jiu-jitsu, muitos japoneses vieram para o Rio, porém, nenhum deles formou uma escola tão sólida quanto a da Academia Gracie, pois o jiu-jitsu que praticavam privilegiava as quedas e o dos Gracie, o aprimoramento da luta no chão e os golpes de finalização.
Ao modificar as regras internacionais do jiu-jitsu japonês nas lutas que ele e os irmãos realizavam, Carlos Gracie iniciou o primeiro caso de mudança de nacionalidade de uma luta, ou esporte, na história esportiva mundial. Anos depois, a arte marcial japonesa passou a ser denominada de jiu-jitsu brasileiro, sendo exportada para o mundo todo, inclusive para o Japão.
A história da Gracie Barra
Eu, Carlos Gracie Jr, Fundador da academia Gracie Barra situada na Barra da Tijuca (Rio de Janeiro-Brasil), narrarei em poucas palavras como esta academia foi criada:
A história da Gracie Barra está diretamente relacionada com a minha história, por isso terei que narrá-la em conjunto até a sua criação.
A princípio nasci em uma família de lutadores que, liderada por meu pai Carlos Gracie, tinha como finalidade difundir o jiu-jitsu, já que o aprendizado dessa arte lhe trouxeram enormes benefícios na vida. Papai era um espiritualista por natureza, passava esses ensinamentos aos outros para que pudessem se beneficiar também. Tendo crescido nesse ambiente, tive como ensinamento a arte do jiu jitsu e sua filosofia que é de aperfeiçoar o nosso ser.
A academia do meu pai no centro da cidade do Rio de Janeiro estava sendo dirigida por meu tio Hélio Gracie, já que meu pai estava morando e recebendo sua aposentadoria em Teresópolis(cidade próxima ao Rio de Janeiro).
Na academia do centro iniciei meu curso como aprendiz, depois como instrutor e finalmente como professor. Nesta época os professores titulares eram o meu irmão Rolls e meu primo Rorion Gracie.
Com o passar dos tempos, Rorion decidiu ir morar nos Estados Unidos e Rolls montou uma academia em Copacabana junto com meu outro irmão mais velho Carlson Gracie.
Assim fui chamado a assumir a academia do centro junto ao meu primo Rickson. Fiquei lá aproximadamente uns dois anos, mas após esse tempo fui para a Universidade cursar Nutrição e como morava em Copacabana resolvi trabalhar com Rolls. Nesse período o Rolls e o Carlson já tinham se separado, o prédio era o mesmo mas os alunos treinavam em dias alternados.
Quando meu irmão Rolls morreu em um acidente de asa delta, após estarmos uns sete anos trabalhando juntos, os alunos se reuniram e junto com sua esposa me pediram para assumir a academia. Fiquei em Copacabana mais uns quatro anos, depois decidi me mudar para a Barra da Tijuca, um bairro novo que prometia crescer. Foi assim que surgiu o nome Gracie Barra, que tinha como propósito lançar os "Gracies da Barra"
A primeira sede da Gracie barra foi em uma casa na Olegário Maciel 484 - começamos com aproximadamente 20 alunos e após um ano tínhamos 200. Mudamos então para a academia Espaço Vital (atual ByFit), já que o dono da casa a queria de volta. Desde então começamos a nos projetar em competições esportivas e hoje formamos a maior equipe de Jiu-Jitsu de mundo.
Sendo assim sinto-me orgulhoso de todo este trabalho realizado frente a esta instituição que tem como objetivo a formação de atletas e professores. (Less)
Channel: youtubeTags: academia barra carlinhos carlos estilo gordo gracie haissem jitsu jiu luta monteirinho radical roberto teresopolis
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01:46,
2009-11-14 14:40:42 Description: Esse Filme foi feito completamente com LEGO, exceto o plano de fundo do cenário do Parque. Sinopse: Um homém acorda e vai para o parque para dar um passeio e vê uma mulher e se (More) Esse Filme foi feito completamente com LEGO, exceto o plano de fundo do cenário do Parque. Sinopse: Um homém acorda e vai para o parque para dar um passeio e vê uma mulher e se apaixona por ela.Porém outro homem também à vê e se paixona por ela também. Os dois começam a brigar. Porém no meio da Briga a mulher leva um soco e cai no chão e eles fazem uma grande descoberta sobre ela.... (Less)
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2008-05-17 10:34:02 Description: Os Deuses do Fogo e da Água regressam a casa após muitos anos de aventuras. Chegam num grande cortejo de cavalos, acompanhados pelos seus ajudantes. Estão felizes por verem a sua (More) Os Deuses do Fogo e da Água regressam a casa após muitos anos de aventuras. Chegam num grande cortejo de cavalos, acompanhados pelos seus ajudantes. Estão felizes por verem a sua amada Afrodite - uma linda Deusa que vive no castelo - e ambos contemplam-na com cada vez mais presentes. Esta competitiva demonstração de amor e adoração rapidamente se transforma numa luta entre ambos, cada um usando armas do fogo e água para se sobrepor ao outro. Afrodite intervém e pára a luta. Por fim, os três unem-se numa espectacular celebração dos elementos.
Prólogo - A bela deusa, Afrodite, sai de seu castelo e, por onde passa, vai iluminando tudo em seu redor. O músico, um homem do barroco, toca Mozart para ela no seu cravo.
Chegada - Os dois Deuses chegam com o seu séquito, montados em magníficos cavalos brancos conduzidos pelos seus ajudantes.
Cumprimento/ Recepção - Os Deuses apresentam à sua amada Deusa lindíssimos bouquets feitos de fogo e água. De seguida, presenteiam-na com outras ofertas que compraram, tentando superar-se um ao outro e impressionar a sua Deusa. O Deus da Água oferece-lhe iguarias de peixe numa enorme bandeja do oceano. Naturalmente, o Deus do Fogo preparou também algumas surpresas - oferece à Deusa presunto e galinha, e mesmo um porco assado em fogo de lenha.
Dança do Fogo e da Água - A competição atinge o clímax, quando cada um executa uma dança.
Batalha/Luta - Os rivais dançam numa grande agitação, o seu êxtase não conhece limites. Culmina com o Deus do Fogo provocando o seu oponente e atacando-o com uma enorme arma de fogo. O Deus da Água salta para fora do seu banho de espuma e começa extinguir o fogo com jactos de água, a jorrar cada vez mais fortes, até varrer o Deus do Fogo dos seus pés.
Intervenção de Afrodite e Reconciliação - Afrodite intervém e implora-lhes que se acalmem. Ordena-lhes que regressem aos seus lugares e eles celebram uma reconciliação simbólica. Fogo e Água tornam-se os elementos do seu ritual.
Relutantes dão a mão um ao outro e, finalmente, Afrodite pede-lhes para dançarem com ela sobre um vulcão rodeado por água. (Less)
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2008-05-17 10:28:31 Description: Os Deuses do Fogo e da Água regressam a casa após muitos anos de aventuras. Chegam num grande cortejo de cavalos, acompanhados pelos seus ajudantes. Estão felizes por verem a sua (More) Os Deuses do Fogo e da Água regressam a casa após muitos anos de aventuras. Chegam num grande cortejo de cavalos, acompanhados pelos seus ajudantes. Estão felizes por verem a sua amada Afrodite - uma linda Deusa que vive no castelo - e ambos contemplam-na com cada vez mais presentes. Esta competitiva demonstração de amor e adoração rapidamente se transforma numa luta entre ambos, cada um usando armas do fogo e água para se sobrepor ao outro. Afrodite intervém e pára a luta. Por fim, os três unem-se numa espectacular celebração dos elementos.
Prólogo - A bela deusa, Afrodite, sai de seu castelo e, por onde passa, vai iluminando tudo em seu redor. O músico, um homem do barroco, toca Mozart para ela no seu cravo.
Chegada - Os dois Deuses chegam com o seu séquito, montados em magníficos cavalos brancos conduzidos pelos seus ajudantes.
Cumprimento/ Recepção - Os Deuses apresentam à sua amada Deusa lindíssimos bouquets feitos de fogo e água. De seguida, presenteiam-na com outras ofertas que compraram, tentando superar-se um ao outro e impressionar a sua Deusa. O Deus da Água oferece-lhe iguarias de peixe numa enorme bandeja do oceano. Naturalmente, o Deus do Fogo preparou também algumas surpresas - oferece à Deusa presunto e galinha, e mesmo um porco assado em fogo de lenha.
Dança do Fogo e da Água - A competição atinge o clímax, quando cada um executa uma dança.
Batalha/Luta - Os rivais dançam numa grande agitação, o seu êxtase não conhece limites. Culmina com o Deus do Fogo provocando o seu oponente e atacando-o com uma enorme arma de fogo. O Deus da Água salta para fora do seu banho de espuma e começa extinguir o fogo com jactos de água, a jorrar cada vez mais fortes, até varrer o Deus do Fogo dos seus pés.
Intervenção de Afrodite e Reconciliação - Afrodite intervém e implora-lhes que se acalmem. Ordena-lhes que regressem aos seus lugares e eles celebram uma reconciliação simbólica. Fogo e Água tornam-se os elementos do seu ritual.
Relutantes dão a mão um ao outro e, finalmente, Afrodite pede-lhes para dançarem com ela sobre um vulcão rodeado por água. (Less)
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